Pneus influenciam eficiência no transporte rodoviário de cargas

Durabilidade e reaproveitamento da carcaça impactam custo e segurança.
O transporte rodoviário responde por mais de 60% do escoamento de cargas no Brasil e sustenta o abastecimento das cidades. Em um país de dimensões extensas e com limitações em outros modais, os pneus dos veículos pesados têm peso direto na segurança e no desempenho das operações.
Produzido no país pela Titan Pneus, o modelo Papaléguas G8 é usado há mais de 70 anos e é conhecido por caminhoneiros experientes. O pneu reúne características de durabilidade e possibilidade de recapagens, fatores que influenciam custos na atividade.
Segundo José Luiz Coelho, gerente de Engenharia de Campo da Titan Pneus do Brasil, o modelo se destaca pela vida útil e relação entre custo e quilometragem. “Já vimos pneus desse modelo com mais de sete recapagens. Além disso, é um produto com capacidade para rodar até 70 mil quilômetros. É essa confiabilidade que o tornaram referência no mercado”, disse.
O Papaléguas G8 é multisserviço e pode ser usado no asfalto e em estradas de terra. A banda de rodagem plana e larga busca distribuir a carga e elevar a quilometragem. Os sulcos largos e assimétricos ajudam a evitar acúmulo de pedras e favorecem frenagens e arrancadas.
Os ombros arredondados visam estabilidade nas curvas. O composto de rodagem resistente à abrasão, cortes e arrancamentos preserva a carcaça e permite várias recapagens. A carcaça de nylon com tratamento específico contribui para o reaproveitamento e para reduzir custos operacionais.
Indicado para eixos direcionais e livres, o modelo também pode equipar eixos de tração.
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Foto: Divulgação
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